Mija na Minha Boca

Mija na Minha Boca

I. Quatro Dias

Julho tinha aquela umidade de fim de tarde quando saíram de São Paulo. Thiago dirigia, os cotovelos quase na janela, o ar-condicionado brigando com o calor que entrava pelas frestas. No banco de trás, Camila e Fernanda abriam latas de cerveja com aquele clique satisfatório de quem já decidiu que as férias começaram antes de chegar. Bruno ocupava o banco do passageiro em silêncio, de óculos escuros, olhando a estrada como se estivesse resolvendo algum problema interno.

Quatro dias. Era o que tinham.

Um daqueles alinhamentos raros: Camila e Fernanda de férias da faculdade, Thiago entre um emprego e outro, Bruno sem projetos urgentes na construtora. Ilha Grande tinha sido ideia das meninas, claro. Sempre é ideia das meninas.

A Cami era daquelas mulheres que cabem em qualquer lugar sem parecer pequenas. Não chegava a 1,60, não pesava 48 quilos, mas tinha um jeito de preencher o ambiente. Branquinha, corpo de violão clássico, aquele tipo de beleza sem esforço que ela mesma não parecia notar. Fernanda era diferente. Mais alta, morena de pele escura, uma baianidade de nascença mesmo tendo crescido em São Paulo. 1,73 talvez. Peitos grandes que os biquínis nunca conseguiam conter direito, coxas torneadas de academia séria, um andar lento e cadenciado que Thiago tinha aprendido a ignorar.

Havia uma linha. Fernanda era amiga da namorada. Bruno era o namorado da Fernanda. As linhas existem por razão.

A pousada ficava a dez minutos do cais, num beco de pedra que cheirava a maresia e tinta velha. Simples, honesta. Os quartos eram conjugados, separados por uma porta — o que no papel soava perfeitamente razoável. O dono os recebeu com um sorriso tímido e uma notícia: a porta havia sido removida para tratamento de cupim. Ia levar alguns dias. Ficariam, na prática, num único espaço dividido por uma cama de casal de cada lado.

Ninguém reclamou. Era Ilha Grande. O sol estava baixo e dourado pela janela.

As meninas trocaram de roupa na velocidade que só mulheres em praia conseguem. Biquínis, canga, chinelo. Thiago se viu olhando para Fernanda enquanto ela ajeitava o ombro do top, os peitos se acomodando no tecido verde. Desviou o olhar. Pegou a canga.

A praia naquela hora era quase deles. Tomaram cerveja até o sol sumir no horizonte. Bruno contou uma história de obra mal feita que os fez rir por dez minutos. Camila apoiou a cabeça no ombro de Thiago. Fernanda ficou com os joelhos abraçados, olhando o mar, com aquele olhar de quem pensa em algo que não vai contar.


II. Sem Porta

De volta à pousada, cada casal foi para um banheiro. Thiago saiu antes, toalha na cintura, e encontrou o quarto vazio. Camila demorava. Sempre demorava. Ele ficou na beira da cama, passou a mão pelo colchão, ouviu a água da outra ducha ainda correndo do outro lado.

Quando ela entrou, ele já estava deitado. Ela soltou a toalha.

Thiago adorava os peitos dela. Não eram grandes, eram dela: firmes, com aquela curva perfeita na parte de baixo, os bicos escuros. Ele a puxou para perto e ficou ali, os lábios nela, a mão na cintura. Camila enrolou os dedos no cabelo dele.

Foi quando Bruno e Fernanda saíram do banheiro juntos, cada um com a toalha, e encontraram o cenário com a naturalidade involuntária de quem esqueceu que não havia porta.

Bruno riu primeiro. Fernanda colocou a mão na boca.

“Gente,” Fernanda disse, “vão transar na nossa frente?”

Camila não perdeu um segundo. “Sem problema nenhum. Se você der pro Bruno, eu dou pro Thiago aqui.”

Fernanda deu uma risadinha meio sufocada. “Eu não teria coragem.”

Thiago aproveitou o gancho, olhando para a namorada com um sorriso de lado. “Você que não me aguenta normalmente. Vai passar vergonha pedindo água na frente deles.”

Camila se virou para ele com os olhos semicerrados. “Que não aguento o quê.” E se jogou em cima dele tentando morder o pescoço. Bruno pegou a deixa e jogou Fernanda de toalha no outro lado da cama enorme, ela gritando de rir.

O que começou como brincadeira foi ficando quente com a velocidade natural das coisas que estavam esperando para acontecer. As toalhas foram caindo. Em pouco tempo Thiago tinha os lábios no pescoço de Camila e ela estava com os peitos à mostra, gemendo baixinho.

Do outro lado da cama, Bruno e Fernanda seguiam o mesmo caminho, cada casal no seu canto, sem contato visual. Até que Camila soltou um gemido mais alto, e Fernanda respondeu com um riso.

“Tá bom aí, hein?”

Thiago olhou para Bruno. “Bora dar uma surra nelas?”

Bruno não respondeu com palavras. Enfiou a mão debaixo da calcinha de Fernanda e fechou os olhos. Thiago fez o mesmo com Camila, sentindo o calor que ela já havia acumulado.

Alguns minutos depois, Bruno e Fernanda estavam num 69 no canto deles, e Thiago chupava devagar a bucetinha da namorada, com aquela paciência que ele sabia que ela gostava. Ela gozou gemendo propositalmente alto, como quem manda um recado. Fernanda, que estava em cima de Bruno naquele momento, virou o rosto por um segundo e depois voltou ao que estava fazendo.

Camila montou em Thiago, virou a bunda na direção deles, e foi descendo devagar no pau dele, deixando tudo à mostra. Thiago não adorou a ideia de ter o cuzinho da namorada exibido para Bruno, mas ao mesmo tempo sentiu um prazer estranho e honesto em exibir o que tinha: dezenove centímetros, grosso como uma lata de desodorante, entrando e saindo devagar da Cami enquanto ela arqueava as costas.

Fernanda viu. Tentou não ver. Viu de novo.

Bruno deve ter percebido, porque virou a Fernanda de costas para ele e a deixou cavalgar de frente para o casal do lado. As duas mulheres ficaram assim, uma de frente para a outra, subindo e descendo.

“Seus peitos são muito lindos, Fer.”

“Sua barriguinha é perfeita, Cami. Lisinha demais.”

Camila, sem o pudor que Thiago nunca entendeu de onde vinha, enfiou a mão nos peitos de Fernanda. Ela se assustou, mas deixou.

“Que peitos lindos, amiga.”

Fernanda ficou sem jeito por exatamente dois segundos. Depois: “Vocês transam sem camisinha?”

Thiago disse que sim. Bruno disse que não gozava dentro da Fernanda por medo de gravidez. Camila deu uma risadinha. “Que besteira. Todas as gozadas dele nos últimos dois anos foram dentro de mim. A pílula resolve.”

Thiago estava ficando impaciente. O movimento havia parado. Puxou os quadris de Camila de volta para baixo no pau dele. “Por falar em porra, já tô quase enchendo sua xoxota.”

Ela voltou a quicar. Do outro lado, Fernanda também. O quarto ficou cheio do barulho de cama, de pele contra pele, de respiros que não eram mais controlados.

Thiago sussurrou no ouvido de Camila para que mostrasse o resultado no final. Ela assentiu com um sorriso. Ele estava há três dias sem gozar, e quando veio, veio de verdade: muita porra, jatos longos, aquele prazer que sobe da base da coluna e explode. Sentiu o útero dela macio na cabeça do pau, enterrou fundo, e esporrou com força.

Fernanda ficou parada, observando as pulsadas no pau de Thiago. Não disse nada.

Logo depois ela desceu do Bruno e inclinou para mamar nele. Ele gozou rápido, duas ou três pulsadas. Fernanda engoliu tudo com a naturalidade de quem tem o hábito.

Camila se levantou devagar e deixou escorrer. Uma golfada longa e branca na toalha embaixo delas. Fernanda olhou com uma expressão que não era bem espanto, mas era próxima disso.

Thiago deu um soco no ombro de Bruno, os dois riram, e foram para o banho.


III. A Trilha

No dia seguinte o céu estava fechado, daquele cinza que tira qualquer vontade de barco. Compraram dois engradados de cerveja, uma garrafa de vodka para Bruno, e foram para uma praia quase deserta montar um acampamento improvisado com cadeiras, cooler e canga estendida na areia.

O problema surgiu no começo da tarde: não havia banheiro. Entrar no mar estava descartado sem sol para secar depois. Usar a areia era impraticável com outros banhistas espaçados pela praia. Thiago e Bruno foram explorar uma trilha na mata que saía atrás das pedras.

Três minutos de caminhada, e chegavam a um bar abandonado com uma grande clareira nos fundos, grama que crescia organizada por conta própria, algumas árvores velhas. Perfeito.

Quatro horas de cerveja depois, a situação era previsível. Bruno foi cedendo ao álcool até adormecer na toalha com aquela entrega de bêbado feliz.

Camila foi até a vila buscar comida antes que o problema piorasse. Meia hora de caminhada, de ida e volta.

Fernanda olhou para Bruno dormindo, depois para Thiago. “Me leva fazer xixi. Não vou sozinha por esse mato.”

Bruno murmurou alguma coisa sem abrir os olhos. “Leva ela, vai.”

Thiago terminou a lata, pegou outra, e indicou o caminho com a cabeça.


IV. Cerveja Filtrada

Foram pela trilha em silêncio no começo. Fernanda segurava a cerveja e olhava para os lados, aquela morena de andar lento que Thiago tinha aprendido a ignorar mas que num caminho estreito era difícil não notar. Ele tentou pensar em outras coisas.

“Ontem à noite foi foda, né?”

Fernanda deu um sorriso contido, olhando para frente. “Nunca imaginei que ia fazer aquilo na frente de outras pessoas.”

“Nem eu. Mas o tesão que fica no ar deixa todo mundo mais solto. Parece que cada um queria fazer melhor pra mostrar pro outro.”

“Exatamente.” Ela hesitou. “Eu não sei como a Cami…”

“O que?”

“Nada. Tô com vergonha.”

“Fala logo.”

Fernanda respirou fundo. “Não sei como ela aguenta você. Seu pau é bem maior que o do Bruno, e ela ainda é mais baixinha que eu.”

Thiago sentiu um calor no peito que não era bem orgulho, mas se parecia. “Ela acostumou. No começo era mais trabalhoso.”

“Você já mediu?”

“Dezenove. A grossura eu não sei, mas ele não cabe num rolinho de papel higiênico.”

Fernanda riu apesar de si mesma. “O do Bruno tem quinze e é bem mais fino.” Ficou quieta um segundo. “Nossa. Sinto até cólica de imaginar ela engolindo isso com a xoxota.”

“Ela não tinha nem ido ao banheiro antes de transar.”

Fernanda virou para ele. “Você fodeu ela de bexiga cheia?”

“Sempre. Ela nem liga.”

“Eu não consigo. Se tiver com vontade de xixi e começar a transar, tenho que parar rapidinho, não consigo.”

A clareira foi aparecendo entre as árvores, aquela grama verde e o bar abandonado com as paredes mofadas. Pararam ali.

Fernanda olhou para um lado, depois para o outro, cruzou as pernas. “Tô com vergonha de fazer xixi na sua frente.”

“Fer.” Ele a olhou com paciência de quem tem um argumento bom. “Ontem eu vi você mamar o Bruno até ele gozar e engolir tudo. Acha que tem algo que eu não vi?”

Ela deu uma risadinha nervosa. “Então vai você primeiro.”

“Posso fazer na sua frente?”

Fernanda ficou vermelha, mas deu um meio sorriso. “Você que sabe.”

Thiago tirou o pau devagar para fora do short. Estava duro. Duro de um jeito que não dava para fingir que era coincidência.

“Fiquei lembrando de ontem.”

“Se fodeu,” ela disse, tentando manter o tom de brincadeira. “Não vai conseguir mijar assim.”

“Por que não?”

“Por que é impossível mijar de pau duro. Sou estudante de medicina.”

Ele deu algumas punhetadas devagar, só para se soltar da cueca. “E se eu mijar de pau duro na sua frente, o que eu ganho?”

Fernanda não tirava os olhos do pau dele. Estava fazendo esforço para não tirar. “Nada. Você não vai conseguir.”

“Não só tô de pau duro como tô com dor no saco de passar o dia vendo você de biquíni.”

Ela abriu a boca para falar, fechou, e depois disse mais devagar: “Eu também tô com tesão de ver vocês de short sem camisa o dia todo. Mas eu sou menina, posso fazer xixi mesmo assim.”

“Você tá com tesão também?”

Silêncio.

“Pode falar. Tô perguntando sério.”

Fernanda desviou o olhar para as árvores. Depois olhou direto para o pau dele, que apontava para cima com a cabeça exposta, e decidiu que ia jogar o jogo também. “Digamos que se eu fosse transar agora, não precisaria de preliminar nenhuma.”

“Como assim?”

“Você entendeu.”

“Não entendi não. Explica.”

“Tô ensopada.” A voz ficou mais baixa, mas não recuou. “Com a buceta toda relaxada, pronta pra ser penetrada. Se o Bruno não estivesse dormindo, já tinha pedido pra ele me comer faz tempo. Tô no período fértil, então fica ainda mais. Tô com a xoxota babando de tesão desde de manhã.”

Thiago ficou parado um segundo. Depois: “Não consigo mijar com esse tesão todo, preciso me aliviar antes. Mas sinto o gozo querendo subir e parando no meio do caminho.”

Ela esboçou um sorriso. “Porque é impossível gozar com vontade de mijar também.”

“Encosta nessa árvore aí.” Ele encostou na parede do bar. “A gente curte um pouco o tesão. Não tamo fazendo nada de mais.”

Fernanda foi devagar até uma árvore a um metro e meio dele. “Que situação estranha. Eu molhada, você duro, a gente é tudo amigo dos mesmos.”

“Relaxa. Não vai acontecer nada. Só deixa o tesão ser o que é por um minuto.”

Ela encostou na árvore, pernas ligeiramente abertas para frente, e colocou a mão devagar dentro da calcinha do biquíni.

“Sabia que é gostoso sentir esse tesão todo junto com a vontade de xixi? Nunca tinha prestado atenção.”

“É uma pressão dupla.” Thiago se punhetava mais devagar agora, sem pressa. “Já transei com a Cami na piscina com bexiga cheia. Me aliviando um pouco no meio pra conseguir gozar depois.”

Fernanda deu uma risadinha incrédula. “Mentira. Não dá pra mijar de pau duro.”

“Dá. Com prática.”

“Já comeu ela nessa situação também?”

“Já.”

“Ela gostou?”

“Dói um pouco. Mas eu sei como penetrar sem apertar a bexiga.” Ele a olhou. “Só que se você gozar com essa vontade de mijar, perde o controle e vai mijar tudo de uma vez.”

Fernanda apertou os lábios. “Estou muito cheia já. Fazendo força pra não.”

Ela afastou o biquíni de lado. Devagar, como se estivesse se decidindo enquanto fazia. A xoxota era rosada, depilada, com aquele mel brilhante de quem está com tesão de verdade, os lábios levemente abertos como uma flor que já desistiu de ficar fechada.

“Preciso me aliviar um pouco. Se gozar agora vou perder o controle.”

“Seria uma bela cena.” Thiago sentiu o próprio pau pulsar com as palavras. “Já fiz isso com a Cami. Quando você goza nessa situação, o xixi vem junto com força.”

Ela o olhou com curiosidade. “Você deixou ela mijar?”

Thiago fingiu um segundo de vergonha. “Não na boca. Ela gozou cavalgando. Mas eu chupei ela logo depois e o gosto estava praticamente doce, de tanta cerveja.”

Fernanda cruzou as pernas de repente, pressionando os dedos. “Esse papo vai me fazer explodir. Preciso mijar.”

“Eu também.” Thiago apontou o pau para ela. “Vou fazer uma aposta. Se eu der um jato e te acertar daqui, você me deixa te chupar até você gozar. Com uma condição: você segura o xixi enquanto eu mamo. Se eu não conseguir mijar de pau duro, continuo chupando até você mijar tudo.”

“Só isso? Eu só ganho nesse caso.”

“Não. Depois você mama meu pau até eu gozar. E eu só consigo depois de esvaziar bem a bexiga.”

Fernanda ficou quieta por um momento. Depois, mais baixo: “Mas é errado. Eles estão lá.”

Thiago não forçou. Deixou o silêncio trabalhar.

“E eu não teria coragem de chupar seu pau antes de você mijar.”

“Não vou foder sua xoxota, Fer. Só oral. Pra aliviar o tesão dos dois.”

Ela o olhou por um longo segundo. Depois soltou o laço do biquíni e tirou a parte de cima com aquela calma de quem já decidiu mas ainda não acelerou.

Os peitos caíram livres. Grandes, firmes, com aquela gravidade real de peitos verdadeiros. Bicos e auréola cor de rosé, duros. Thiago os conhecia de ontem mas não os havia olhado de frente assim, com licença.

“Caralho, Fer.”

“Não encosta nos meus peitos,” ela disse, com um sorriso no canto da boca. “Senão você vai perder o tesão nos da Cami.”

Ele pulsou só de ouvir. Apontou o pau para ela. “Posso?”

“Você não vai conseguir.”

O que ela não sabia era que fazia meses que ele havia descoberto aquilo durante o banho. Difícil, mas possível. Uma questão de prática e de gostar muito do que se está fazendo.

Ele deu umas cinco punhetadas lentas para se posicionar, fechou os olhos por um segundo, depois abriu e mirou. O primeiro jato saiu tímido, apenas abrindo caminho. Então fez força de verdade, e veio um jato longo e cristalino, transparente como água, que acertou primeiro a barriga de Fernanda e depois subiu até os peitos.

Ela ficou de boca aberta.

“Teu mijo tá transparente. Parece água quente.”

Thiago aproveitou e se aliviou um pouco mais, dando jatos curtos e rítmicos em cima dos peitos dela, que ela havia inclinado para frente. Cinco, seis jatos de cerveja filtrada e quente molhando cada um daqueles peitos maravilhosos. Ela não tirava os olhos do pau dele.

“Não imaginava que era possível.”


V. A Aposta

Thiago se ajoelhou na frente dela antes que pudesse dizer mais nada. “É bom você segurar a bexiga. Senão vai ter que encarar meu pau depois.”

E abocanheu a xoxota dela.

Era doce. Quente. Com aquele mel específico de uma mulher com tesão de verdade. Lambeu toda a extensão primeiro, devagar, espalhando o gosto pela língua. Então tirou a boca só para dizer: “Nunca vi uma xoxota com tanto tesão assim.” E voltou.

O clitóris dela estava saltado para fora, inchado, pulsando. Ela agarrou o cabelo dele com as duas mãos.

“Me deixa mijar. Depois eu deixo você me foder, não me importo.”

Ele ignorou. Chupou o grelo com força, depois desceu alguns centímetros e forçou levemente a uretra dela com a ponta da língua.

Ela gemeu alto. Thiago sentiu o primeiro marejo de xixi na boca, um fio quente e quase sem gosto. Ela não havia percebido que havia deixado escapar. Ele continuou, alternando entre o clitóris e aquele pontinho, até que ela disse: “Seu filho da puta. Você tá querendo que eu mije, né?”

Ele aumentou a sucção como resposta.

“Eu vou mijar. Sai daí.”

Não saiu.

“Tô avisando. Minha bexiga é grande, você não vai dar conta.”

A xoxota dela se contraía e relaxava em ondas. A cada vez que relaxava, ele recebia um fio adocicado de cerveja filtrada na língua. Ficou ali, paciente, com o tesão construindo pressão no próprio pau.

“Filho da mãe. Quer, né? Então toma.”

Ela agarrou o cabelo dele com força, se recostou na árvore, e os primeiros jatos vieram tímidos, um depois do outro, até ficarem contínuos. Ela mijava como quem ainda tem vergonha, um fluxo leve mas constante. Thiago engolia sem esforço aquele líquido morno e adocicado, e então, para judiar, tampou a uretra com a língua.

Ela olhou para baixo. Ele olhou para cima. Ela deu um sorriso breve, fechou os olhos, e a barriga lisa se contraiu com a força que ela fez.

O jato venceu. Veio contínuo, mais encorpado, e ele mamava o clitóris ao mesmo tempo, sentindo o calor tomar conta da boca.

“Caralho. Tô mijando na sua boca. Que tesão.”

Ela manteve pressão por uns vinte segundos, depois contraiu a xoxota com força, parou o fluxo, e disse: “Tá gostoso? Quer que eu continue?”

Thiago tirou a boca, deu um beijo suave na barriga dela, e disse que queria que ela gozasse.

“Vou continuar mijando então. Você quer mesmo?”

“Adocicado, gata. Me dá mais e goza.”

Abocanheu de novo. Ela entendeu o recado, relaxou a xoxota completamente, e o fluxo voltou com uma força diferente, cheio e contínuo. Thiago deixou um fio escorrer pelo canto da boca enquanto engolia o que conseguia. Ela ria e gemia ao mesmo tempo, aquele riso de quem se surpreendeu com o próprio prazer.

O fluxo foi parando. Ela contraiu em pulsadas rítmicas crescentes, e anunciou: “Eu vou gozar. Não para.”

O gozo veio forte. As pernas cederam e Thiago teve que segurá-la pelas coxas para ela não cair. Gozou por uns trinta segundos, gemendo sem controle, cada pulsada da xoxota mandando um jato novo misturado de tudo.

Quando acabou, ela sentou no chão, as costas na árvore, respirando fundo.

“Nunca gozei tão forte na minha vida. Puta que pariu.”

“Gostou, putinha mijona?”

Ela não respondeu com palavras. Se ajoelhou, puxou ele pela cintura, e abocanheu o pau dele com uma disposição que tinha algo de fome.


VI. Porra Fresca

Thiago estava com a cabeça do pau ardendo de vontade de mijar. O xixi dela, que era diurético por si só, havia passado pela língua e construído pressão nova. Ficou na dele, deixando ela trabalhar, as mãos no cabelo dela.

Dois minutos assim. Ela tirou o pau da boca e passou pela bochecha, de olhos fechados, respirando pela boca.

“Dá mais tesão mamar sabendo que você tá com vontade de mijar.”

“Tô com muita vontade. Muito cheio.”

“Seu mijo tá igual ao meu?”

“Mais claro ainda. Tomei mais breja que você.”

“O meu tava gostoso?”

“Quente e adocicado.” Ele a olhou. “Sempre quis chupar uma xoxota mijona. Quer mais quando tiver.”

“Mas não é estranho?”

“É como se a boceta não parasse de molhar. É só cerveja filtrada, misturada com tesão.” Uma pausa. “E você gostou de mijar sendo chupada?”

“Amei. Foi a chupada mais gostosa da minha vida.”

“Só a primeira. Quando quiser de novo, é só falar.”

Ela sorriu e voltou ao pau. Mamava com uma vontade que ele não estava esperando, uma punheta leve e constante, enquanto tocava uma siririca com a outra mão. O pau de Thiago começou a babar porra num fluxo lento e quase contínuo, o jeito que ficava quando levava muito tempo com muito tesão.

“O que é isso?”

“É que o saco tá cheio, transbordando. Você gosta?”

Ela fez que sim com a boca. Ele apertou o pau com a mão, empurrando para frente enquanto contraía a base, e sentiu o líquido quente fluir pelo canal e pingar na língua dela.

Ela tirou o pau da boca e olhou para ele com uma expressão entre surpresa e desejo. “Já tô com mais porra na boca do que se tivesse levado uma gozada do Bruno.”

“Porra não é gostosa. Mas o gosto dá tesão?”

“Muito. Tomo a do Bruno quase todo dia.”

“Safada.” Ele riu. “Essa aí você fez hoje. Pensando em você o dia todo de biquíni no banco de trás.”

Ela tirou o pau da boca devagar. “Sério? Tá cheio assim por causa de mim?”

“Sim.”

“Se fez pra mim, eu quero mamar tudo.”

Voltou a mamar. Depois de um tempo, sem tirar o pau da boca, começou a olhá-lo de baixo para cima com uma carinha que ele não estava preparado para receber.

“Pode gozar na minha boca,” ela disse, parando a punheta.

“Com a bexiga assim cheia não consigo esporrar.”

Ela tirou o pau da boca, prendeu o cabelo com o elástico do pulso, e disse com aquele sorriso que já havia deixado de ser tímido de verdade: “E se eu não gostar?”

“Se não gostar eu mijo nos seus peitos e você volta a mamar até eu te dar porra.”

“Solta só um pouco então.”

Nunca tinha feito isso com uma mulher antes. Ela voltou a abocanhar o pau, e ele se concentrou, deixou a atenção ir para a pressão da bexiga, e deu três pulsadas curtas e leves, como se gozasse devagar. O fluxo empurrou o resto de porra para frente. Ela engoliu, um pouco desconfiada, tirou o pau da boca.

“É muito quente. Dá mais.”

“Agora vou simular a gozada que dei dentro da Cami ontem.”

Ela acelerou a punheta, abocanhando a cabeça do pau. Doze jatos curtos de mijo cristalino, pulsando como porra, enchendo a boca dela em ritmo. Ela não parou, engolia tudo e mantinha a punheta firme. Thiago olhava para baixo e tentava guardar aquela imagem: a morena de joelhos, os peitos grandes se movendo com o ritmo dela, mamando com uma sede que não era de água.

Quando se sentiu mais aliviado, cortou os jatos e ficou curtindo.

Ela parou, olhou para cima. “Não acredito que eu fiz isso.”

“Gostou?”

“Cara. Eu realmente não acredito.” Uma pausa. “Você tá mijando na minha boca mesmo?”

“Sim. E você mamou tudo como se fosse porra.”

“Eu engoli seu mijo.” Ela ficou processando. “Você deve tá me achando uma puta.”

“Você tá se sentindo puta?”

“Nunca me senti tão puta na minha vida.”

E abocanheu de novo. A língua tocou a glande inchada com uma suavidade calculada. Ele deu mais um jatinho, que ela engoliu sem tirar o olhar dele.

“Eu tinha nojo de boquete. Demorei meses pra deixar o Bruno gozar na minha boca. Não acredito que tô fazendo isso.” Ela riu. “Devo estar muito bêbada.”

Thiago direcionou o pau de volta à boca dela, que o engoliu com um sorriso e aquela carinha de safada que ele ia guardar.

“Até agora dei como se fosse porra. Agora vou mijar de verdade. Mama.”

Ela não diminuiu o ritmo. Ele relaxou a bexiga e deixou vir um jato longo. Sentiu o calor se acumular na boca dela. Ela apertou levemente a coxa dele, e ele travou o jato. Ela engoliu em duas goladas, sem tirar o pau da boca.

“Gostou?”

“É muito mais fácil de engolir que porra. E muito quente.”

“Tem mais um monte para você mamar.”

O que se seguiu foi aquela sintonia rara que às vezes acontece entre dois corpos que finalmente pararam de fingir. Ela mamava com vontade total. Quando sentia o pau pulsar de vontade de esporrar, pausava a punheta e o olhava. Ele entendia, relaxava a bexiga, e enchia a boca dela devagar. Ela engolia aos poucos sem parar de mamar. Quando ele trancava o fluxo, ela voltava ao ritmo.

Em algum momento ela se levantou, passou o pau nos peitos, e o olhou.

“Que vontade de gozar, Fer. Não faz isso.”

“Segura. Não quero porra agora. Mija.”

Ele obedeceu, dando jatos curtos naqueles peitos. Ela passou o pau no rosto depois, de olhos fechados. “Tem muito ainda, mijão?”

“Só mais um pouco. Mama que eu te dou.”

Depois de quase esvaziar a bexiga inteira, chegou o ponto em que mijar não custava mais esforço nenhum. O prazer disso era indescritível. Ela abocanhava fundo, fazia força de sucção, e ele soltava um jato que enchia a boca dela de calor. O líquido se acumulava em volta do pau enquanto ela brincava com a língua na glande. Quando a boca enchia demais, ela deixava escorrer um fio pelo canto antes de engolir.

“Acabou, putinha. Agora só tenho porra.”

“Finalmente. Seu pau é muito mijão.”

“Mamou minha bexiga inteira. Gostou?”

“Mija só mais um pouquinho. Eu sei que você tem.”

Fez força, deu mais uma golada. “Agora só tenho porra.”

“Segura mais um pouco.”

Ela lambia a cabeça do pau com uma lentidão torturante, os olhos nele, enquanto punhetava com força.

“Deixa eu encher sua xoxota de porra. Você nunca mais vai sentir uma esporrada que nem a minha.”

“Eu não tomo pílula.”

“Eu compro a do dia seguinte escondido.”

Ela parou. Pensou. Depois disse: “Segura dois minutos. E antes, você vai ter que chupar minha xoxota até eu esvaziar a bexiga. Se não conseguir segurar e gozar na minha boca, eu não mamo.”

Thiago concordou e se arrependeu na mesma fração de segundo.


VII. Período Fértil

Ela começou uma punheta vigorosa com lambidinhas circulares na glande, alternando com abocanhadas fundas que chegavam perto da garganta. O saco de Thiago se contraía, a porra querendo subir. Ele juntou toda a resistência que tinha, sentiu o fluxo parar a meio caminho, prendeu a respiração.

Quando não aguentava mais, disse que o tempo havia passado.

Ela se levantou. Ele agachou, abocanheu a xoxota rosada dela, e desta vez ela não teve nenhuma timidez. Simplesmente mijou. Muito, de uma vez. Cristalino, quente, adocicado, num volume que ele não conseguia acompanhar. Quando a boca transbordava, ela pegava o cabelo dele, se recostava na parede, e esfregava a xoxota no rosto dele enquanto soltava uma cachoeira quente. Ele mal conseguia respirar.

O jato parou. Ela contraiu duas vezes, dando dois pequenos extras.

Thiago se levantou. Agarrou ela pelas pernas e a prensou contra a parede com o próprio corpo. Sentiu os peitos dela contra o peito dele. Posicionou o pau na entrada da xoxota dela e foi empurrando devagar, sentindo ela engolir cada centímetro com aquela aperteza de quem não estava acostumada com aquele tamanho.

Os lábios de Fernanda separaram numa expiração longa enquanto ele enterrava. Quando sentiu o útero dela macio na cabeça do pau, ainda faltavam dois dedos de comprimento para entrar. Forçou com cuidado, e ela gemeu fundo.

“Nunca senti um pau tão grande. O do Bruno é bem menor.”

“Tá gostoso?”

“Sim. Mas tô sentindo cólica e vontade de mijar.”

“Estou sentindo sua bexiga apertar meu pau.”

Ela ficou em silêncio por um instante. Depois, numa voz que ele não reconheceu como dela até ela terminar de falar: “Sabe por que eu to gostosa de foder? Por que eu não tomo pílula. Você tá me fodendo no período fértil.” Uma pausa calculada. “Ainda quer gozar dentro de mim? Fode então. Vai. Fode minha boceta fértil. Tem coragem?”

Thiago não fez por menos.

Tirou a mão dela do seu cabelo, a levantou pelas coxas, encostou as costas dela contra a parede, prendeu os pulsos dela. E começou a bombar com força, sentindo o choque com o útero dela a cada movimento.

“Tá sentindo meu saco cheio de porra batendo na sua bunda? Tá gostando de dar a boceta fértil pra um pau carregado que nem o meu? Sua putinha.”

Ela se retraiu levemente, como se não esperasse que ele fosse continuar. Parou um instante, contraiu o pau com força, e disse: “Não estou mais segurando. Vamos ver quanto meu saco aguenta.” E voltou a bombar, agora tirando apenas alguns centímetros e empurrando o útero dela para cima a cada estocada.

A mistura da dor das cabeçadas no útero com o enorme tesão de ser penetrada com aquela força fez ela se render completamente. A xoxota estava totalmente relaxada, aberta, recebendo as estocadas com um mel que escorria e molhava as pernas e a bunda dela.

“Para. Por favor. Eu não posso fazer isso com o Bruno, não posso gozar no seu pau.”

Ele parou. Ficou com o pau enterrado, sem se mover, sentindo aquela xoxota quente e apertada em volta dele.

“Ok. Mas antes, vou simular uma gozada dentro de você. Só pra você ter uma ideia como é.”

Ela relutou com o olhar. Depois o abraçou, encostou os peitos no peito dele, e começou a bombar levemente. A vontade de mijar agora era ainda mais forte, mas é mais difícil mijar com uma xoxota assim abocanhando o pau. Foi devagar, fazendo força, olhando nos olhos dela.

“Vou encher sua bocetinha mijona.”

Ela fechou os olhos. “Não faz isso que eu vou gozar no seu pau. Para. Para.”

Bombou com força enquanto pulsava longos jatos de mijo quente dentro dela. Ela desandou numa gozada fortíssima, gritando, contraindo a xoxota com tanta força que ele teve que forçar um jato contínuo para não gozar de verdade com a porra que já fazia o saco doer.

Quando ela acabou, ele deu um beijo longo nela. Ela estava com a fronte no pescoço dele, respirando fundo.

Ficaram parados assim por um minuto, o pau ainda dentro dela, a mão dele nas costas dela.

“Não acredito que eu fiz isso.”

Ele não disse nada. Deu um beijo longo nela, e havia algo quase triste nele, aquele tipo de beijo que sabe que não vai se repetir da mesma forma.


VIII. Mar Parado

Thiago se recompôs. Lembrou que precisavam voltar.

Fernanda assentiu. Mas antes se afastou um passo, inclinou levemente os quadris para trás, e mijou uma última vez ali mesmo, olhando para ele sem desviar.

“Agora perdi a vergonha de fazer xixi na sua frente.”

Ele riu. Ela também.

Voltaram pela trilha com três minutos de silêncio confortável, as mãos não se tocando, o sol tentando aparecer no céu fechado.

Bruno ainda dormia na toalha quando chegaram à praia. Camila apareceu no canto da areia com uma sacola plástica, acenando de longe.

Era Ilha Grande. O mar estava parado.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Avatar

O que te trouxe aqui? 😊

Quer adicionar algo antes de me chamar?

Conta um pouco mais — vou incluir na mensagem 💬

Pronto! Clique abaixo para me chamar 🐷

Abrir no Telegram Seguir no X